domingo, 2 de setembro de 2012

Oficina de Sexualidade Feminina - SOS Mulher

Oficina de Sexualidade Feminina...Afeto, Respeito e Prazer
SOS Mulher - São José dos Campos - 31 de agosto 2012.



Abertura da Oficina..
Sexualidade Feminina...Afeto, Respeito e Prazer

A importância de conhecer nosso corpo !

Ouvindo as participantes, pude aprender e trocar ótimas experiências!

Conversando com o grupo...

Eu, Psicóloga Laira e Assistente Social  Talita!

Psicóloga Laira orientando as participantes sobre o trabalho do SOS Mulher...interessante e esclarecedor!!


Á todos do SOS Mulher, obrigada pelo convite e pelo carinho com que fui recebida.
Obrigada pela oportunidade de transmitir aprender mais um pouco sobre a sexualidade...Sexualidade Feminina.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Programa Falando Nisso - TV Band Vale


Boa noite...

Amanhã, dia 29 de agosto, estarei ao vivo no Programa "Falando Nisso", na Tv Band Vale, conversando sobre...
NÃO SINTO MAIS PRAZER COM MEU PARCEIRO E AGORA?
Das 13h55 às 14h35.
Ao vivo...será um bate papo informativo e

 muito interessante!!!
Abraços,

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica e Especialista em Sexualidade Humana
http://tvbandvale.com.br/v2/programa.php?id=114

domingo, 26 de agosto de 2012

Vaginismo


Foi Marion Simms, em 1862, quem primeiro designou e descreveu o vaginismo como um reflexo de defesa da musculatura do solo pélvico. Nele há um espasmo dos músculos perineais, que impedem total ou parcialmente a penetração da vagina, impossibilitando ou dificultando o coito e o exame ginecológico.
No vaginismo grave, além do espasmo da musculatura perivaginal, a paciente contrai os músculos adutores da coxa diante da simples aproximação do parceiro, a ponto de os joelhos ficarem como que colados um contra o outro. Não é de admirar que grande parte dos casamentos não consumados seja de mulheres vagínicas. No entanto, o quadro nem sempre é tão dramático, podendo apresentar diferentes intensidades. Nas formas mais simples, é possível penetração vaginal, ainda que incompleta.
O comum é que as pacientes vagínicas não tenham problemas de desejo nem tampouco com a excitação e o orgasmo. São pessoas perfeitamente responsivas, com boa lubrificação vaginal e que podem considerar a atividade sexual não coital aprazível e até muito gratificante.
O quadro é essencialmente funcional, o que o diferencia daqueles em que há lesões ou anomalias orgânicas que impossibilitam a penetração.
  
Classificação
O vaginismo pode ser primário ou secundário. Conceituamos como primários os casos em que a dificuldade sexual se manifesta desde a primeira tentativa de penetração, daí por que esses pacientes costumam ser portadoras de hímens íntegros ou parcialmente rotos.
Vaginismo secundário é aquele que aparece após um período da vida sexual ativa, determinado por uma motivação suficientemente  forte para estabelecer e condicionar a resposta espasmódica.

Etiologia
Walthard, em 1909, ao publicar em Munique um artigo intitulado “A etiologia psicogênica e a psicoterapia do vaginismo”, chamou a atenção pela primeira vez para a causalidade psicológica dessa disfunção.
O medo é a causa imediata do vaginismo, condicionando os músculos a uma reação de contratura. Inúmeras são as condições que podem determinar o medo da penetração. Ele pode decorrer de tentativas coitais dolorosas e repetidas, na vigência de algum processo orgânico pélvico. Nesses casos, embora o espasmo tenha sido determinado inicialmente como uma reação de defesa ao distúrbio local, a origem psicossomática do quadro se tipifica quando permanece a contratura, mesmo após a remoção das primitivas causas físicas detonadoras.
Com maior freqüência, o vaginismo primário tem sua origem em causas psicossociológicas. É comum encontrar na história dessas vagínicas um tipo de educação restritiva ou punitiva, em que o controle sobre os aspectos sexuais tenha sido tão intenso a ponto de desenvolver uma verdadeira repulsa pela atividade sexual. Em outras mulheres, há vivências sexuais destruidoras, experiências passadas de situações traumáticas, tentativas de estupro, visualização de cenas de sadismo, relatos distorcidos sobre a vida sexual.
Dessa mesma forma, o vaginismo secundário pode resultar de algum processo orgânico causador de dispareunia. Passando a ser a relação sexual uma situação aversiva, a paciente pode ter adquirido o hábito de esquiva que persistiu mesmo após a integral cura do processo orgânico. Quando a mulher é posta em uma situação da qual não é capaz de se esquivar, o medo da dor pode se apresentar de forma tão intensa que se exterioriza fisicamente por violenta contratura, acompanhada de fenômeno doloroso adicional que retroalimenta a cadeia que leva ao reflexo contrátil. Receio de gravidez, fobia de câncer, exames ginecológicos traumáticos e partos difíceis são outras causas que podem determinar o medo e produzir vaginismo.   
As mulheres vagínicas, autoritárias e agressivas dificilmente se submetem ao parceiro masculino. Não se deixam conquistar pelo amor, o que as faria sentir-se inferiorizadas. A relação entre os sexos pode ser sua real característica para se converter numa luta pelo poder conjugal. Elas costumam sagrar-se vitoriosas, pois quase sempre escolhem homens fracos, gentis e resignados como companheiro, os quais podem ser manipulados com facilidade. Com certa freqüência esses homens são portadores de disfunções eréteis primárias; outras vezes, o comportamento tirânico da mulher termina por castrá-lo psiquicamente, estabelecendo nele uma disfunção erétil reativa.
É interessante constatar que também há padrões de personalidade nos parceiros das vagínicas. Em geral, são indivíduos tranqüilos, reflexivos, tímidos, que elas se apressam em classificar como “muito compreensivos”, “delicados”, “inibidos” ou “inexperientes”. Essas rubricas muitas vezes escondem pessoas carentes de assertividade, personalidade passivas e dependentes, quando não servem de máscaras sob as quais se dissimulam disfunções eréteis ou quadros graves de ejaculação precoce.

Diagnóstico
O diagnóstico de vaginismo só deve ser feito por exame ginecológico que, além de evidenciar a disfunção, é capaz de precisar a intensidade do processo.
É importante levantar a história da dificuldade, procurando identificar as variáveis cognitivas e emocionais associadas, bem como caracterizar os medos e as fantasias. Como é freqüente haver disfunção sexual associada, é importante pesquisar os problemas relacionados ao homem.
Com efeito, uma disfunção ejaculatória grave ou um problema de ereção pode impedir a consumação do ato, e a mulher, por inexperiência ou ignorância, julgar-se responsável pelo problema. Essas intojeções são mais freqüentes do que se pensa.
Vale esclarecer, entretanto, que o vaginismo descoberto acidentalmente no curso de um exame ginecológico nem sempre deve ser tratado. A disfunção que exige terapia é aquela por que o par está em conflito, ou quando a paciente não tem parceiro certo. Se há um binômio disfuncional adequado, a harmonia pode ser tão perfeita e as gratificações sexuais sem penetração serem tão intensas que o tratamento isolado de um dos parceiros pode promover a inadequação sexual do par.
Também tem sido discutido se o quadro disfuncional masculino pode ou não ser desencadeado pelo comportamento vagínico da mulher. Acreditamos que, embora isso seja possível, na maioria das vezes a disfunção já existia. De qualquer forma, o exame do homem é um dos passos imprescindíveis do diagnóstico e da terapia do vaginismo, que busca como finalidade precípua não a simples eliminação de processos disfuncionais, mas a adequação intra e interpessoal.

Fonte:

Cavalcanti, R. Cavalcanti, M. Tratamento Clínico das inadequações sexuais. 3.ed. São Paulo:Roca, 2006. p.264-265.

sábado, 18 de agosto de 2012

Vanguarda Comunidade (Chamada) - Anorgasmia

Bom dia, 

Deixo aqui o link da chamada do Programa Vanguarda Comunidade, que será exibido amanhã, 19 de agosto, com o tema ANORGASMIA.
Acesse...
http://globotv.globo.com/tv-vanguarda-sp/vanguarda-comunidade/t/veja-tambem/v/chamada-vanguarda-comunidade-19-de-agosto/2094920/

Abraços, 

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica e Especialista em Sexualidade Humana

Obs.: Será exibido pela Vanguarda de Taubaté, e não de São José dos Campos

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Adequado ao prazer


Outro dia parei em frente a uma banca de jornal e comecei a observar as manchetes das capas das revistas femininas. Duas delas me chamaram muito a atenção. Uma dizia o seguinte: "Sexo oral: saiba dar e sentir este prazer". A outra continha um artigo que falava algo sobre prazer que acompanha o sexo anal. 

Sexo oral e anal são dois temas polêmicos para muitas mulheres e, quando tratados de forma simples e quase compulsória de prazer, causam constrangimento ou revolta. 

Digo isso porque, quando discutimos com mulheres de todas as idades sobre as variações possíveis para uma relação sexual, há sempre uma reação de falta de graça ou de repugnância por parte de várias delas a respeito do sexo oral e, mais ainda, ao se falar de sexo anal. 

Sexo oral é tido como "nojento", por muitas, e o anal como "coisa para homossexuais". Mal sabem elas que cerca de 10% dos homossexuais masculinos não permitem serem penetrados por seus parceiros. Mas será que o grande problema destas duas variações do exercício da sexualidade está no nojo e na dor que possam causar? 

A região do ânus apresenta um grande número de terminações nervosas, sendo bastante sensível tanto à dor quanto ao prazer, de mulheres e do homem hetero ou homossexual. A penetração pode ser muito dolorosa e mesmo impraticável, se não houver relaxamento e lubrificação adequada da região, pois os estímulos dolorosos acabam se sobrepondo aos de prazer. 

Já o contato da boca de uma pessoa com o órgão genital da outra pode levar a um aumento de excitação, devido a estímulos que vão desde gosto e olfato até a imaginação. 

Sexo oral e anal podem ser prazerosos. Não são obrigatoriamente prazerosos nem obrigatoriamente nojentos e dolorosos. Por isto, discordo da forma como o tema às vezes é abordado pelas revistas. "É simples, experimente, você vai gostar", dizem as reportagens. Na verdade, quando o assunto é sexualidade humana não há o certo e o errado, o simples e o complicado e sim o adequado e o inadequado. 

Muitos condenam o sexo anal, argumentando que o reto contém uma musculatura com função expulsiva e a entrada do pênis, ou qualquer objeto, estaria contrariando esta função. Correto. Inclusive, eventualmente, pode ocorrer um afrouxamento progressivo da musculatura da região. 

Mas uma relação sexual envolve não apenas o biológico. O emocional, o social, o psicológico, o cultural, o religioso influem, e muito, na obtenção do prazer. Uma das funções do canal vaginal é receber o pênis, durante uma relação sexual. Então, como se explica o grande número de mulheres anatomicamente perfeitas que sentem dores durante a penetração? Também não estariam contrariando uma função? 

O ideal é que os casais descubram o que é interessante para eles. A obtenção do prazer deve ser uma preocupação dos dois. Abaixo a ditadura do experimentar tudo e ter que sentir prazer com todo e qualquer recurso. Não somos máquinas programáveis para processar dados e obedecer à risca "receitas milagrosas". Os sentimentos, as emoções, as motivações, os valores e a educação que recebemos pesam muito no nosso comportamento e na forma como exercemos nossa sexualidade. 

Depende muito do casal a disposição para a relação oral ou anal. Se há repugnância, aflição ou medo, o melhor é conversar e procurar outros jogos sexuais. Se não há impedimentos, porque não praticar? De qualquer forma, a decisão cabe aos dois e o diálogo, a compreensão - como sempre - são fundamentais. No caso de ejaculação dentro dos diferentes canais, o uso da camisinha é essencial contra a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. 


Fonte:

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mais um canal de comunicação!


Boa tarde, 

Deixo aqui mais um canal de comunicação...minha nova página no facebook:
Nela, deixarei algumas frases, textos ,bem com alguns dos meus trabalhos para pensar, repensar e refletir sobre a sexualidade, nossa sexualidade no dia a dia.
Espero que compartilhem, curtam e opinem.

Abraços,

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica e Especialista em Sexualidade Humana








terça-feira, 3 de julho de 2012

Bissexualidade

A bissexualidade é a orientação sexual de indivíduos que possuem atração física e/ou conseguem satisfação sexual e afetiva tanto com mulheres, homens e transgêneros. Nem sempre as relações sexuais ou emocionais têm a mesma freqüência com todos os gêneros, podendo haver preferências quanto a se relacionar mais com um determinado gênero, e a eleição dos parceiros de acordo com o sexo pode variar em diferentes etapas da vida.

A partir de Freud, grande parte dos pesquisadores concordam que cada ser humano possui o potencial para desenvolver sua sexualidade em qualquer ponto do espectro homossexualidade-heterossexualidade, dependendo de várias influências ambientais, sociais, culturais e psíquicas. Reconhecem também que a orientação sexual é fluída em diferentes etapas do desenvolvimento humano, na formação da personalidade e nas expectativas afetivas e eróticas do indivíduo. 

Ser bissexual não significa ser o antônimo de heterossexual ou de homossexual, embora alguns indivíduos destas orientações estigmatizem os bissexuais, acusando-os de “indefinidos” ou “enrustidos”. Por essa razão, é comum que indivíduos bissexuais procurem esconder sua orientação, a fim de serem aceitos (ou de se aceitarem) sem reservas por hetero ou homossexuais.

O antônimo de bissexual é monossexual, isto é, o bissexual tem seu desejo orientado a ambos os gêneros e o monossexual a um só gênero. Assim, aqueles cuja orientação sexual é essencialmente hetero ou homossexual são monossexuais, por desejarem pessoas do gênero oposto ou de seu próprio gênero. Já os bissexuais sentem atração, fantasiam, sonham e se relacionam com pessoas de ambos os gêneros. 

Hoje a bissexualidade é considerada pela Ciência como uma orientação sexual tão genuína quanto a hetero e a homossexualidade. Ao contrário do que avalia o senso comum, os bissexuais não são pessoas que têm uma orientação sexual com interesse principal na homossexualidade, mas que mantêm uma prática heterossexual para atender ao padrão comportamental da sociedade. Também não são pessoas que têm uma orientação heterossexual com eventuais relações homossexuais. 

Em 1948, Alfred Kinsey fez a primeira pesquisa para avaliar as orientações sexuais de uma determinada amostra e concluiu que os indivíduos 100% heterossexuais ou 100% homossexuais são minoria. Verificou também que 50% dos homens e 29% das mulheres afirmaram que antes da idade adulta haviam mantido alguma experiência erótica com pessoa de seu mesmo gênero. Nos anos 80, Fritz Klein reviu o que ficou conhecido como Escala Kinsey e concentrou seus estudos na bissexualidade, concluindo que na definição desta orientação influem as práticas sexuais do passado e do presente, as preferências emocionais e afetivas, as fantasias recorrentes, a auto-identificação, os diferentes estímulos de excitação provocados pelos dois gêneros em um indivíduo e o nível de prazer satisfatório em relacionar-se com os dois sexos. 

De acordo com os estudos de Klein, a bissexualidade pode ser classificada em três categorias: 

1. Transição: é mais comum no início da vida sexual, quando os indivíduos são pressionados a adotar um padrão social de comportamento, de acordo com o gênero a que pertencem. Mas descobrem que com pessoas do próprio gênero também há sensações de prazer sexual. Por exemplo, são experimentadas fantasias com os dois sexos, os corpos são tocados de modo prazeroso por terceiros, a nudez de homens e mulheres é indistintamente excitante, e o estímulo para a masturbação pode ser originário do pensamento erótico em alguém de gênero igual. É uma categoria transitória porque as experiências hetero e homossexuais duram entre um e dois anos, período durante o qual são desvendadas as curiosidades sexuais, sobretudo entre adolescentes e aqueles que vivem sob grande repressão de costumes. Essas primeiras incursões na vida sexual não definem o indivíduo como bissexual; sua orientação se manterá na hetero ou homossexualidade. Portanto a bissexualidade não é uma etapa da hetero para a homossexualidade. 

2. Histórica: nesta categoria estão as pessoas que, já convictamente hetero ou homossexuais, mantiveram experiências ou fantasias eróticas com pessoas cujo sexo era contrário à sua orientação. 

3. Seqüencial: nesta categoria estão os indivíduos que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo e, depois, com pessoas do outro sexo. Ambas relações são prazerosas, com ou sem troca afetiva. As relações com ambos os gêneros são marcadas pela alternância, isto é, há períodos em que o indivíduo prefere ou tem necessidade de relacionar-se com alguém do sexo oposto ao seu e, em outros períodos, com pessoas do mesmo sexo. Há também quem se relacione rotineiramente, alternando os parceiros de gênero. 

A classificação proposta por Klein é apenas uma amostra da complexidade do estudo da orientação sexual e suscita várias outras questões que permanecem em aberto, sobretudo quanto ao direito dos bissexuais exercerem uma sexualidade que incomoda ao “normal” heterossexual e o “engajamento” homossexual. Isto pode desenvolver neles sentimentos de culpa, pela diferença entre o que são e o que acreditam que a sociedade espera que sejam.
Na maioria das sociedades há restrições e proibições que afetam as orientações sexuais minoritárias. Não é raro que indivíduos bissexuais tenham que adotar publicamente uma atitude exclusivamente heterossexual, originando problemas emocionais a si próprios e/ou a seus parceiros. De acordo com o padrão comportamental, as mulheres rejeitariam um parceiro que mantém, ainda que esporadicamente, relações sexuais com outro homem ou por ele sinta atração. Já entre os homens, a relação entre duas mulheres é fantasia recorrente e sua prática, mais tolerada. 

Há pessoas que mantêm relações sexuais ou profundamente afetivas com membros de ambos os sexos e não se consideram bissexuais. Dentre estas, algumas se consideram mais heterossexuais ou homossexuais. Por exemplo, o fato de que um homem tenha relações sexuais com uma mulher, não significa necessariamente que ela em particular o atraia sexualmente. É possível que ele queira manter as aparências ou demonstrar algo para si mesmo, face às cobranças do meio cultural e social em que vive. Situação semelhante vivem as pessoas que freqüentemente mantêm relações sexuais com outras de seu gênero, mas eventualmente sentem-se atraídas pelo outro sexo, mas não se assumem como bissexuais para não serem rejeitadas por seu grupo homossexual.

Os bissexuais formam a grande parcela invisível que se abriga em um espaço ainda não delimitado entre as orientações hetero e homossexual. Há estudiosos que apostam que esta orientação ganhará maior visibilidade a partir de ações afirmativas, da “saída do armário” e de uma melhor compreensão científica quanto aos fatores sociais, culturais, psíquicos e genéticos que conformam a bissexualidade.


Fonte:
Acessado em 03 de julho de 2012.