sexta-feira, 14 de março de 2014

Mulheres podem aumentar seu desejo sexual quando conversam sobre o assunto



Segundo uma nova pesquisa, falar sobre as dificuldades sexuais pode ajudar mulheres com desejo sexual baixo, uma das queixas femininas mais comuns, sem necessidade de nenhum medicamento.

Os pesquisadores analisaram o comportamento e os sintomas de 50 mulheres que foram escolhidas aleatoriamente para receber um placebo em um grande ensaio clínico de um tratamento medicamentoso para a excitação sexual baixa. Nem as mulheres nem os médicos sabiam se elas estavam tomando a droga real ou placebo.

Os resultados mostraram que as mulheres que sentiam desejo sexual baixo e conversaram com um médico sobre seus problemas de excitação melhoraram seus sintomas, mesmo tomando placebo.

Após 12 semanas de tratamento, os sintomas em cerca de uma em cada três destas mulheres experimentaram uma melhoria significativa. Inclusive, a maioria delas presenciou uma melhora durante as primeiras quatro semanas.

O fator mais importante de mudança dos sintomas foi o aumento na frequência dos encontros de satisfação sexual durante o tratamento. Muitas mulheres até relataram que receberam mais estímulos durante a atividade sexual enquanto participavam do estudo, sendo que seus parceiros sexuais não receberam quaisquer instruções especiais.

Segundo os pesquisadores, os resultados mostram que mesmo uma pequena intervenção pode ter um efeito positivo em muitas mulheres com disfunção sexual. Eles afirmam que isso não é nenhuma surpresa para os terapeutas sexuais, mas que o estudo sugere uma necessidade de investigar fatores comportamentais mais de perto nos ensaios clínicos. 

Fonte:
http://hypescience.com/mulheres-podem-aumentar-seu-desejo-sexual-quando-conversam-sobre-o-assunto/

Quer saber mais sobre sua sexualidade?Acesse:
https://www.facebook.com/pages/Vivendo-a-Sexualidade/326634087428663
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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sobre o tamanho do pênis



Na realidade, quase todos os homens gostariam de ter um pênis maior — embora provavelmente não tão grande como o que bateu o recorde mundial: 34 cm e impossível de ficar ereto. Ao contrário do que se pensa, não existe relação entre a altura do homem, o tamanho das suas mãos, pés ou nariz com o seu pênis, e também entre as medidas de seu pênis flácido e ereto. Mas apesar de qualquer avaliação e de todas as especulações, a esmagadora maioria tem pênis de tamanho médio. Por que, então, se preocupar tanto?

Não só no Ocidente, mas em quase todas as sociedades patriarcais, o tamanho do pênis é associado à força e à potência. Acredita-se ser prova de masculinidade, e desde pequenos os meninos são condicionados por esse mito. Nas antigas estátuas egípcias, com pênis imensos, já fica clara a importância que davam a esse órgão. E entre os Hausa, da África, os homens se gabam em suas canções de que são “quebradores de vagina”, tanto por seu poder pessoal quanto pelo tamanho do seu pênis.

Nos Estados Unidos, um estudo mostrou que o medo de ter pênis pequeno é uma das fontes mais frequentes da ansiedade sexual masculina. Mesmo sem motivo real, o homem pode se sentir inseguro, acreditando-se incapaz de satisfazer a parceira. Isso sem falar na competição com os outros homens e no medo de que as mulheres comentem o fato entre si. Com a autoestima tão abalada, muitos se retraem, chegando a evitar qualquer contato sexual.

Entretanto, um pênis grande é sempre admirado e fonte de orgulho para o homem. Tanto que existe um clube em Los Angeles, ‘The Hung Jury’, em que os frequentadores se consideram privilegiados. Para ser sócio é obrigatório ter pênis de mais de 20 cm, quando ereto, e para serem admitidos tiveram que provar isso a uma mulher encarregada da medição, que os visitou em suas casas munida de fita métrica.

E as mulheres, o que preferem, realmente? No mundo inteiro pesquisas demonstram que o tamanho do pênis é por certo significativo. Mas há uma interessante diferença na maneira com que homens e mulheres o consideram. Quando se pergunta a um homem qual ele escolheria entre um pênis comprido e um grosso, ele usualmente opta pelo comprimento.

Se a mesma pergunta é feita às mulheres, as que tiveram apenas um ou dois parceiros dizem que tamanho não faz diferença. Mas as que tiveram vários parceiros, invariavelmente optam pela grossura. Muitas declararam que o pênis ideal é o que for grosso o bastante para forçar a entrada da vagina e friccioná-la, para a mulher senti-lo dentro dela ao fazer sexo, provocando uma sensação de preenchimento. Afinal, o orgasmo feminino não depende da penetração profunda, não sendo necessário um pênis longo.

Quando o homem não se conforma com o comprimento ou a grossura do seu pênis e deseja mudar isso pode procurar um médico especializado. Mas segundo especialistas, somente 2 % dos homens têm indicação de cirurgia para aumentar o órgão sexual: os que têm pênis com menos de 7 cm de comprimento e 8,8 cm de circunferência durante a ereção. Em geral, pênis de até 12 cm é classificado como pequeno, de 13 a 16, médio e de 17 a 24, grande.

Embora alguns médicos não aceitem essas recomendações e acreditem que o efeito psicológico de uma operação pode ser positivo, talvez existam formas mais simples de resolver o problema. Além de exercícios para aumentar o tamanho do pênis, como os que estão no livro O orgasmo múltiplo do homem, a maior parte das mulheres, mesmo preferindo pênis maiores, concorda que a habilidade do parceiro para usar seu pênis é tão importante quanto o tamanho.

Assim como o toque, o jeito de olhar, a tranquilidade — ao contrário da pressa em ejacular. É que as maiores queixas das mulheres no sexo não são em relação ao tamanho do pênis, e sim quanto à sintonia que o homem estabelece com a parceira.

Fonte:
http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2014/01/28/sobre-o-tamanho-do-penis/

Acesse também:
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Entrevistada do Programa Vanguarda Comunidade - 26 janeiro 2014


Boa tarde, 

Neste domingo, dia 26, serei entrevistada pela Jornalista Camila Lucci no Programa Vanguarda Comunidade, falando sobre Relacionamentos.
Aguardo você, às 06h50, na TV Vanguarda!
Espero que assista e goste!

Abraços, 

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica Especialista em Sexualidade Humana


Entrevistada do Programa Explícita (estreia) - Dia 23 janeiro 2013




Boa tarde, 

Amanhã, 23 janeiro, às 22h30, estarei participando da estreia do programa Explícita, apresentado pela Jornalista Monique Top, na TV Cidade (NET).
Espero que assista e goste!

Acesse o link e veja a Estréia do programa com o assunto: Ditadura da Beleza

http://www.youtube.com/watch?v=5_j2vFdAmVQ

Abraços, 

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica e Especialista em Sexualidade Humana

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Consequências do sexo reprimido





Embora muitos pensem que hoje há liberdade sexual, não é isso o que ocorre na prática. O sexo é ainda tão reprimido, tão cheio de tabus e preconceitos, que ninguém tem muita clareza do que realmente gosta ou deseja.

Desde cedo, as crianças aprendem a associar sexo a algo sujo, perigoso. E dentro das famílias essa ideia ainda ganha um reforço. Por conta de todos os preconceitos, se vive como se não existisse sexo, e ninguém fala com tranquilidade sobre o assunto. Sem ser percebida, a repressão sexual vai se instalando e condiciona o surgimento de valores e regras para controlar o exercício da sexualidade. Tudo isso passa a ser visto como natural, fazendo parte da vida.

Na verdade, a repressão sexual é um enigma estranho e paradoxal. Se todo ser humano sente prazer com estímulos sexuais, por que então, o tempo todo e em toda parte, sempre existe alguém tentando restringir a liberdade sexual das pessoas?

Uma explicação possível está no fato de que, quanto mais se vai ampliando e aprofundando a vida sexual, com mais coragem, vontade e decisão se vai vivendo. Transgredir e contestar as regras impostas pode, portanto, tornar as pessoas “perigosas”.
W. Reich, profundo estudioso da sexualidade humana na primeira metade do século, vai mais longe ainda. Ele afirma que a repressão sexual da criança torna-a apreensiva, tímida, obediente, “simpática” e “bem comportada”, produzindo indivíduos submissos, com medo da autoridade. O recalcamento — resultado da interiorização da repressão sexual — enfraquece o ‘Eu’ porque a pessoa, tendo que constantemente investir energia para impedir a expressão dos seus desejos sexuais, priva-se de parte de suas potencialidades.

Portanto, conclui Reich, o objetivo da repressão sexual consiste em fabricar indivíduos para se adaptar à sociedade autoritária, se submetendo a ela e temendo a liberdade, apesar de todo o sofrimento e humilhação de que são vítimas. Talvez isso explique por que muitas pessoas preferem tomar tantos ansiolíticos e antidepressivos ao invés de ousar pensar e viver de forma diferente.

Não é de admirar, portanto, que tanta gente renuncie à sexualidade ou que a atividade sexual que se exerce na nossa cultura seja de tão baixa qualidade. Na maioria das vezes ela é praticada como uma ação mecânica, rotineira, desprovida de emoção, com o único objetivo de atingir o orgasmo o mais rápido possível.

Resulta daí ser o desempenho bastante ansioso, podendo levar a um bloqueio emocional e a vários tipos de disfunção, como impotência, ejaculação precoce, ausência de desejo e de orgasmo, sem falar nos casos mais graves de enfermidades psíquicas. É preciso descomplicar o sexo.

Fonte:

Acesse também:

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Boa Festas...

Um Natal de Paz e Saúde!
E 2014 de Alegrias, Realizações e Sabedoria!





São os votos

Marcia Eliane
Psicóloga Clínica e Especialista em Sexualidade Humana

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Homem que diz ter várias ereções seguidas costuma estar mentindo





O homem que se gaba por ter duas, três, quatro ou mais ereções consecutivas –sem pausas para descanso– provavelmente está mentindo. De acordo com o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Junior, professor do ambulatório de sexualidade da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), "Um pênis grande e ereto, que nunca amolece, é coisa de filme ou fantasia".

O médico conta que já foi convidado para acompanhar algumas vezes a produção de filmes pornográficos. Segundo ele, nos bastidores, atores recebem injeções, normalmente usadas em pacientes diabéticos com disfunção erétil orgânica, para que a ereção seja mantida por períodos prolongados.

O urologista da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) Alexandre Aranha Trigueiro, por outro lado, conta um caso único, publicado em 1998 no Journal of Sex Education and Therapy (Jornal de Educação e Terapia Sexual, em tradução livre), de um homem de 35 anos que conseguiu seis orgasmos ejaculatórios completos em um intervalo de 36 minutos.

"Casos assim são raríssimos, estão fora dos padrões médicos de normalidade e não representam a realidade dos homens", diz o urologista.

Não se sabe quantos indivíduos são capazes de tal façanha, mas seu número extremamente reduzido nem permite à ciência detectar as causas bioquímicas da potência repetitiva.

"O artigo da renomada revista científica explica o caso apenas de forma subjetiva e superficial; o indivíduo analisado acredita que simplesmente aprendeu a fazê-lo", diz o médico  paraibano. Ele não acha, entretanto, que esta seja uma habilidade adquirível com treino e disciplina. "É algo que só ele consegue". 

Homens superpotentes não são frequentes

Tanto a duração de uma relação sexual como sua frequência e período das pausas entre uma transa e outra costumam ser critérios de qualificação de desempenho, mas dependem de uma somatória de fatores muito relativos. Entre eles, disposição para o sexo, desejo pela parceira ou parceiro, tempo que a relação já perdura (quanto mais "fresco" o casal, mais fácil é o apetite), a idade de cada um e a presença de doenças ou disfunções hormonais, além do abuso do álcool, tabaco, drogas e do nível de estresse cotidiano. 

Segundo a professora Maria Alves de Toledo Bruns, líder do grupo de pesquisa Sexualidade Vida, sediado na USP e financiado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), machos superpotentes não fazem parte do espectro de pacientes nem do leque de entrevistados nas pesquisas. "Ao contrário, homens, inclusive os bem jovens, vivenciam problemas graves de disfunção erétil, principalmente por ansiedade", diz. 

O maior agente causador desta ansiedade, que prejudica a ereção, é a própria cultura de valorização da quantidade de ereções. O homem se sente pressionado a cumprir o que diz que sabe fazer. "Ele entra em um processo de insegurança emocional, principalmente se está com alguém muito atraente e que traz para a cama expectativas de um desempenho excepcional", afirma a professora. 

Ao professor Amaury Mendes Junior parece óbvio que, no Brasil, a questão toda seja cultural. "A mulher tem de ser sensual e o homem, garanhão". Para ele, ainda não é a inteligência que conta, mas se o objeto de desejo parece ter um bom desempenho sexual. 

Por que a segunda ereção é difícil?

Os pesquisadores americanos William H. Masters and Virginia E. Johnson sistematizaram nos anos 1970 o que se chama ainda hoje de Ciclo de Resposta Sexual Completo, dividido em quatro fases:

1. Desejo: através de um pensamento ou estímulo sensorial tenho vontade de transar;

2. Excitação: é contínua e pode durar de 30 segundos a vários minutos, dependendo do indivíduo. É nesta fase que o homem tem a ereção plena, podendo ocorrer penetração.

3. Orgasmo: descarga de intenso prazer, com duração média de três a 15 segundos.

4. Resolução: estado de bem-estar após o orgasmo, podendo durar de minutos (dois a cinco, em jovens com menos de 20 anos) a horas ou vários dias (mais comum depois dos 50 ou 60 anos). 

No homem, a quarta fase caracteriza-se como período refratário --quando o organismo necessita de repouso, não aceitando mais estímulo sexual. Nele é fisiologicamente impossível ter orgasmos adicionais. "Sua duração pode variar, de acordo com a pessoa, de poucos minutos a vários dias", diz Trigueiro. 

A maioria dos homens não consegue iniciar ou manter uma ereção durante este período e muitos têm a sensação de saciedade, com desinteresse temporário por mais atividade sexual. O pênis pode ficar bastante sensível e "qualquer ato sexual subsequente pode se tornar doloroso", diz o urologista UFPB.

Fonte: